Any Human Heart já teria começado as filmagens - Gillian Anderson

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Link: http://www.facebook.com/album.php?aid=11643&id=108947739128114&ref=mf

Uma fã de nick ( ricoula) postou fotos que apareceram  no facebook do que já seriam sets de filmagens da nova mini-série que a Gillian fará para o canal 4 Inglês: " Any Human Heart".

Ao que tudo indica, as primeiras cenas, sendo gravadas em Londres são da década de setenta, com o ator Jim Broadbant vivendo o que seria a última fase da vida do escrito. lembrando que Gillian como a duquesa de windsor provavelmente aparecerá no meio da série, que se passará no momento anterior ao fim da Segunda Guerra Mundial, o que provavelmente ainda não está sendo filmado.

A colunista americana Liz Smith, inclusive publicou um artigo sobre a série onde é mencionado que o encontro entre o escritor ficcional e o duque e a duquesa ocorreria no Caribe. O artigo de Smith é também interessante porque menciona o fato do canal quatro está dando um tratamento hollywoodiano a obra do escritor William Boyd.

Mais coisas legais na auction do site oficial de Gillian Anderson

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Link: http://shop.ebay.com/nfinccharity/m.html?_nkw=&_armrs=1&_from=&_ipg=&_trksid=p4340

O link acima leva para a nova lista de 10 itens que de sete em sete dias vem mudando e sendo leiloada. Eu particularmente adorei esse itém abaixo que é uma cópia do curriculum da Gillian ainda adolescente.

Nele ela registra algumas das formações teatrais dela como um treinamento com o National Theatre Inglês, na Cornell University em Nova York. Também passagens pelo Instituto de Atores de Londres e pela Academia Real Dramática inglesa.

Outro fato legal mencionado é o fato dela ser especialista no palco em luta de palco,  e nos sotaques ( British, Cokney, Irish e do Sul dos EUA).

Eles estão comentando - Gillian Anderson Fabulosa !

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Até mesmo alguns sites de fofoca que em geral são bem ácidos comentaram o quão bela Gillian está no momento. Há controversias sobre o vestido - que eu pessoalmente adorei, mas ninguém nega que ela está LINDA de viver e sem esforço. O Daily Mail e Perez Hilton entre outros publicaram artigos elogiando Gillian.

Outra news circulando dá conta do seu  comentário ao The Independent  sobre não ter pressa para um terceiro  casamento, já que vive uma relação, a seu entender, fantástica sem a necessidade de papel.

Claro, como boa imprensa de fofoca, com as mais diferentes cores e interpretações.

Gillian maravilhosa na Exibição de Boogie Woogie em Londres - Gillian Anderson

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Foi um evento pequeno afinal o filme estreiará em poucos cinemas lá na Inglaterra, mas Gillian estava muito bonita.

Nova Entrevista da Gillian ao Independent - Gillian Anderson

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Link: http://www.independent.co.uk/arts-entertainment/films/features/from-the-xfiles-to-the-ybas-gillian-anderson-takes-on-the-art-world-in-new-film-boogie-woogie-1938231.html

De Arquivo X aos jovens Artistas Britânicos. Gillian Anderson sobre o mundo da arte no novo filme Boogie Woogie.

Houve um tempo quando o mundo ia a loucura por Gillian Anderson. Ou pelo menos por Dana Scully, a cética agente do FBI que ela interpretou em Arquivo X.

Sites da Internet com nomes como Brigada de Testosterona de Gillian Anderson pipocaram aos montes, com fãs devotados cativados pela sua atitude cerebral ainda que sensual. A FHM votou nela como a mulher mais Sexy do mundo em 1996, depois de uma capa que vendeu tão rapidamente que os fãs bombardearam a revista com pedidos pela edição ( um esperançoso fã  até mesmo mandou um cheque não solicitado de 200 dolares na tentativa de uma cópia). Quando ela chegou na Austrália para promover o show, para uma série de autógrafos em um shopping mall, havia milhares de pessoas que tinham ido lá para vê-la.

Hoje, ela caminha pela Bond Street, passando pela janela luxuosa do Hotel Westbury onde nos encontramos, sem ser perturbada. “ Eu normalmente não sou parada,” ela me diz agora seguramente amparada em um sofá e pedindo um café com leite. “ As pessoas são respeitosas. A maioria das vezes são pessoas virando a cabeça e falando.. Não era a...?”

É fácil ver o  porquê.  Seu cabelo longo, agora uma mistura de marron e loiro - bem distinto do corte avermelhado que ela tinha no show. Com 1,60, ela é também mais baixa do que você pode imaginar – um testamento, talvez, de suas elevações como Scully ( já que ela ficava sobre uma caixa para filmar suas cenas com seu co-star de 1, 80).

Se alguém a parasse, eles encontrariam uma mulher sem medo de baixar a guarda. Ela fala livremente, sem medo de botar por terra o protocolo Hollywoodiano pelo prazer de uma boa anedota. Veja o exemplo de sua experiência com a sessão de fotos da FHM. “ Nada estava funcionando e de alguma forma nós terminamos comigo na cama de calcinha e sutiã. Não era a intenção quando eu entrei pela porta. Minha agente se perguntava. O que você está fazendo?” Não ajudou que o artigo que acompanhava estava “ fora do contexto”. Como ela apontou, “ O maior erro que saiu naquela entrevista da FHM foi que eu perdi minha virgindade para um neo- Nazista. A verdade é, eu perdi minha virgindade para um cara que mais tarde se tornou um neo-Nazista. O que não é a mesma coisa...”

Vestida em preto – jeans, botas e um casaco - Anderson ainda parece tão notavelmente bela quanto parecia lá atrás. Agora com 41, ela acha toda essa coisa de símbolo sexual muito engraçada. Até porque, não foi senão na quarta temporada que ela começou intencionalmente a aquecer o look de Scully. Nos primeiros anos ela permitiu que seu peso flutuasse. “ Houve períodos no show onde meu peso ia  para cima e para baixo, dependendo do meu estado de mente,” ela diz. “ As vezes eu estava terrivelmente em forma, as vezes eu estava terrivelmente gorducha e as vezes eu estava terrivelmente grávida.. mas o que eu fiz foi apresentar uma personagem que era muito reconhecida para a classe média americana.”

Com sua mistura de paranormal e ficção científica, Arquivo X se tornou um dos marcos culturais dos anos noventa, e Anderson sua estrela pin-up. Contratada quando ela tinha apenas 24 anos, o show durou quase uma década, levando-a a ganhar um Emmy e um Golden Globe. Ainda assim o impacto que teve, é surpreendente descobrir que ela nunca sentiu medo de não ser capaz de se desvencilhar de Scully. “ Na época, eu pensei, não há nenhuma possibilidade que eu vá ter minha imagem extremamente vinculada a personagem de forma alguma.” E agora? Ela pausa para um gole diplomático. “ È um tempo desafiador neste momento na industria de cinema. Eu ainda tenho que lembrar as pessoas que eu posso fazer várias coisas e não apenas aquilo.”

Desde que a série concluiu em 2002, Anderson concentrou-se em filmes independentes. Foi magnífica como a trágica Lily Bart na adaptação de Terence Davies de House of Mirth de Edith Wharton, assim como estava irreconhecível como uma mãe de Belfast completa com o sotaque Ulster, em The Mighty Celt. Mais recentemente, ganhou um Bafta pelo seu papel como Lady Dedlock na adaptação de Bleak House pela BBC e e esteve radiante como a agente de Hollywood no filme memoir de Toby Young, How to Lose Friends e Alienate People. Todos foram parte de uma decisão consciente de escolher pequenos projetos e colocar a família primeiro. “ Quando eu faço algo que me tira por três meses ( deles) , eu não necessariamente gosto da sensação de separação,” ela diz.

E o fato dela ter sua base em Londres foi uma das razões para que  se sentisse atraida por seu último filme, Boogie Woogie. Uma sátira negra ao mundo da arte de Londres, baseado no romance do ex mercador de artes Danny Moynihan, e dirigida por Duncan Ward, cujos trabalhos anteriores incluíam documentários de artistas como Tadeusz Kantor e Leon Tarasewicz. Anderson já conhecia ambos Ward e sua esposa, a curadora Mollie Dent- Brocklehurst – ainda assim ela admite que levou um tempo antes de decidir se faria o filme. “Eu me lembro quando  primeiramente o li, achei que era bem malicioso,” ela diz. “ Então quanto mais lia, enquanto tentava decidir se faria, eu senti mais real de alguma forma.”

O enorme elenco inclui Jaime Winstone, Alan Cumming, Christopher Lee e Charlotte Rampling, todos interpretando uma diversa coleção de artistas, mercadores, curadores e pessoas que querem aparecer no fértil lado da indústria. É um mundo cheio de “ desespero, busca pelo sucesso, competitividade e traição,” diz Anderson, no que parece ser uma descrição bastante acurada da industria de filme. Ela interpreta Jean Maclestone, a esposa de um rico colecionador (Stellan Skarsgard), que se vê envolvida em um affair com um jovem artista (Jack Huston). Se o filme é errático em certos aspectos, com muitos sub-plots colidindo, o papel dela é uma performance reveladora da vulnerabilidade e solidão de uma mulher de meia idade.

Anderson é uma fanática por arte ela própria. “ Tem sido uma boa parte de minha vida,” ela diz. “ Eu tenho colecionado da minha pequena forma ao longo dos anos.” “ Enquanto existe toda uma área que eu não faço parte – significando os brackets de Damien Hirst ?? – ela possui trabalhos de fotografos como Helen Levitt, Diane Arbus e Cindy Sherman, bem como uma grande peça de Francisco Clemente. No momento ela não tem mais espaço nas paredes de casa. “ Eu não sou uma pessoa que coleciona e mantém as peças em um armazém estocadas em algum lugar. Eu não consigo muito entender isso, eu gosto de observar as peças. Algumas pessoas fazem rotação - de forma apropriada -de  sua arte. Eu não sou tão organizada. Eu quero dizer, eu sou muito organizada, mas não o suficiente para fazer isso.”

Ela agora vive nos arredores de Londres, com seu parceiro e seus filhos, um movimento que trouxe a de volta em um circulo perfeito de alguma maneira. Embora tenha nascido em Chicago - e tendo uma rápida passagem por Porto Rico quando era criança – ela passou seus primeiros anos no norte de Londres no subúrbio de Crouch End. Sua família se mudou para lá quando seu pai, Edward, foi aceito na London Film School. “ Eu não volto lá há um longo tempo,” ela diz da área. Enquanto ela me conta sobre comprar liquorice sticks ( uma espécie de barra doce) e o alegremente chamado Lolly Gobble Choc Bombs ( outro doce infantil) na lojinha de esquina, parece que suas memórias de infância estão tão vivas quanto seu sotaque que muda entre o Inglês e o Americano, dependendo do fuso horário que ela está.

Com dois irmãos mais novos, Zoe e Aaron chegando durante aqueles anos em Crouch End, era a mãe de Gillian, Rosemary que era a principal fonte de renda da família. Uma analista de computação trabalhando para o Lloyd Bank, “ Ela chegava em casa com aquelas enormes resmas de papel, com os furos do lado,” Anderson sorri. “ Aquilo servia como o papel para desenho.” Seu pai, enquanto isso achou empregos na periferia da indústria de filmes, primeiramente vendendo filtros de câmeras e depois trabalhando em uma companhia que ficava logo abaixo de onde as animações de Monty Python eram criadas.

Quando Anderson tinha 11 anos, contudo, a Edward foi oferecido um trabalho de diretor de comerciais e a família retornou para os Estados Unidos, relocando para Grand Rapids, em Michigan. Logo em seguida Anderson decidiu fazer uma audição para uma produção local de Alice no País das Maravilhas. “ Haviam centenas de outras garotas e eu não consegui o papel e pensei que não deveria ter nascido para aquilo, e então eu parei. Levou dois anos antes que ganhasse a coragem para tentar novamente - mas desta vezes ela ganhou um papel em uma peça teatral comunitária. “ De repente, eu estava feliz,” ela diz. Eu sabia o que eu queria fazer. Foi completamente revelador. Eu sentia que eu sabia quem eu era. Uma luz se acendeu e eu acho que me senti mais certa de mim mesma, da direção que eu estava tomando.”

Sua adolescência tinha sido tipicamente traumática até aquele momento. “Eu não gostava particularmente da escola. Eu não sentia que eu fazia parte ou que pertencia aquilo.” Você só tinha que dar uma breve olhada em seu senso de vestir – que ia de new wave a roupas de bazar a botas pontudas e Mohawks” – para ver isto. Profundamente ligada ao cenário punk, Anderson fez um piercing no nariz e raspou as laterais de sua cabeça com um barbeador, tingindo seu cabelo de cores lúridas. Mas enquanto ela passava tempo suficiente escutando Circle Jerks, Butthole Surfers e Bauhaus, esta fase nunca evoluiu em uma rebelião total. ( Nesta época) ela já estava participando de um estágio no Theatro Cívico de Grand Rapids quando um amigo sugeriu que ela tentasse uma vaga na Escola Goodman de Drama de Chicago. “ Aquele foi o único lugar para o qual eu fiz teste” ela diz. “ Eu tenho uma tendência a ser meio ingênua ( ou crédula), mas funcionou porque eu fui aceita. Nunca me ocorreu até mais tarde o que eu teria feito caso não tivesse funcionado.”

Dada a profissão de seu pai, pareceria obvio aos outros que ela fosse se direcionar para atuação, embora ela pareça menos certa sobre isso. “ Isso não era discutido em casa. Eu nunca conheci nenhum ator naquela época e eu não sei se eu conectava o que ele fazia aos filmes que eu via no cinema... Ele uma vez conversou comigo. Ele sempre foi muito prático com seus conselhos. Quando eu estava na universidade estudando interpretação, a probabilidade de eu conseguir trabalho era tão pequena, que ele sentia que eu devia ter uma outra fonte de renda. Então ele achou que eu deveria aprender processamento de dados assim poderia ensinar a outras pessoas como fazer isso. E isso é exatamente o que eu deveria ter feito. Mas eu acabei por servir mesas e fazer cappuccionos.”

E ela passou quarto anos vivendo em Nova York, trabalhando no teatro antes de eventualmente se mudar para Los Angeles em 1992 para um duro – e muitas vezes infrutífero - ano de audições. Até mesmo quando Arquivo X apareceu, os executivos da Fox não estavam certos se queriam uma atriz nos moldes da também Anderson, Pamela. “ Se você olhasse para o que a TV era naquela época.. era sobre Barrados no Baile,” ela lembra. “ Havia uma formula particular que funcionava. E a formular que Chris Carter estava propondo não fazia sentido para ninguém, porque nunca havia sido tentada. O que funcionava até então era incrivelmente bonito e voluptuoso. Isso certamente não tinha haver com  o que eu era quando apareci para fazer o teste".

Quando Carter pressionou por Anderson no papel, ela acabou ganhando. Mas se comprometer para uma série de longa duração significou que ela não tinha virtualmente uma vida social, então não é surpresa que dentro de um ano, ela se casou com um membro da equipe – o assistente de arte nascido no Canadá Clyde Klotz. Eles se casaram no 17° buraco do clube de golfe em uma cerimônia Budista e o casamento deles durou menos de três anos – embora tenha produzido uma filha, Piper, que agora tem 15 anos de idade. Uma década depois do nascimento de sua filha, Anderson entrou em um segundo casamento, com o documentarista Julian Ozanne. Este durou menos ainda que o primeiro – apenas 16 meses.

Anderson admite que não tem sido fácil viver sua vida particular em público. “ Houve vários momentos que eu fiquei muito aborrecida ( me causou muito problema). Eu gosto de viver sob o radar. Eu fico muito irritada as vezes. Eu não deveria, mas eu fico. Quando eu estava vivendo na California, eu levava minha filha ao parque nos meus raros dias de folga, e me deixava furiosa não poder fazer isso com privacidade. É horrível.” Ela também esteve nas páginas de fofocas também quando, no início de 2006, pouco depois de acabar o relacionamento com Ozanne, ela anunciou que estava grávida de seu segundo filho, Oscar, cortesia de seu novo parceiro, o empresário Mark Griffiths (que fez fortuna trabalhando no negócio de multas a carros).

Felix, seu terceiro filho – e o segundo do casal – chegou dois anos depois. Anderson admite que tem sido mais fácil viver com alguém que não está sob os olhos do público. “ Eu tenho certeza que isso tem um bom impacto na situação” Ela se casará novamente? “ Eu não sei. Eu não sei,” ela diz vagarosamente. “ Sem dúvidas irá acontecer em algum momento. Mas eu apenas não quero que isso mude as coisas como elas são. As coisas estão fantásticas da forma que são. E eu tenho uma leve preocupação que exista algo em mim que... tudo estão tão bem. Eu já fiz isso. Eu apenas não quero estragar as coisas. As coisas estão ótimas como estão.” Ela pausa por um Segundo. “ Mas eu provavelmente vou em algum momento.”

Desde que retornou a Londres, ela voltou aos palcos novamente – e foi nomeada recentemente como melhor atriz ao Olivier Awards na última produção do Donmar de A Doll’s House. Ainda assim, com um pequeno papel na adaptação de Moby Dick, ela não descarta a possibilidade a voltar a viver o papel de Scully. Tendo reprisado a personagem em um segundo filme, Eu Quero Acreditar, de 2008, ela diz que há o “ desejo” de Carter e todos de fazer um terceiro filme, algo que ela está aberta. Ela também quer dirigir – com planos de um filme biográfico sobre a fotojornalista de Guerra Martha Gellhorn e uma adaptação da obra baseada no Holocausto de Elizabeth Rosner, The Speed of Light.

Ainda assim, embora ela tenha uma companhia de produção Fiddlehead, ela me assegura que não é uma carrerista. “ Eu sou bastante pro-ativa mas não terrivelmente ambiciosa. Então há uma parte de mim que apenas aceita o que acontece. Eu não leio Variety. Eu não faço nada disto.” Mas as coisas estão mudando, com as crianças se tornando mais velhas. “ Eu começo a me senti mais energizada,” ela diz. Como se para provar isso, ela coloca seu casaco e levanta  do sofá. Agindo de forma profissional, aperta minha mão e olha de volta para mesa. “ Você pode ficar com meu chocolate,” ela diz, olhando para o confeito que veio com seu café. É o tipo de lembrança que os fãs de Arquivo X poderiam se matar  – mesmo agora.

Boogie Woogie abrirá em toda nação na Sexta Feira.

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